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FERRAMENTA GRÁTIS

Plano de pagamentos seguro para a sua obra

Estruture os pagamentos da sua obra por fases, ligadas a marcos verificáveis em vez de datas, de forma a que o valor já pago fique sempre atrás do trabalho executado. É esta a defesa contra o cenário mais comum de problemas na construção: adiantar muito e ficar sem margem se a obra parar.

Tipo de obra

O valor acordado com o empreiteiro, conforme o orçamento.

A percentagem que o empreiteiro pediu para adiantar. Avaliamos se está dentro do razoável.

Indique o valor da obra para ver o plano de pagamentos recomendado.

PORQUE FUNCIONA

Porque é que pagar por fases o protege

A forma mais comum de uma obra correr mal para o dono não é o preço: é a estrutura dos pagamentos. Quem adianta uma fatia grande do valor antes de o trabalho estar feito fica sem margem de negociação e, se a empresa parar ou falir, com pouco para recuperar.

A defesa é simples e não custa nada: ligar cada pagamento a um marco concreto e verificável da obra, em vez de a uma data do calendário. Paga quando vê o trabalho feito, nunca antes. Assim, em qualquer momento, o que já pagou está coberto pelo que já foi executado.

No final, retém uma pequena percentagem como garantia, libertada só alguns meses depois, para cobrir defeitos que apareçam após a entrega. Esta ferramenta monta este plano por si, ajustado ao tipo e ao valor da obra.

Os princípios que seguimos

  • Pagamento por marcos verificáveis (autos de medição), ligado ao progresso real da obra e não a datas fixas.
  • Nunca adiantar a totalidade nem uma fatia grande do valor antes de o trabalho estar feito.
  • Reter cerca de 5 a 10% como garantia, libertada após o período em que podem surgir defeitos.

DÚVIDAS COMUNS

Perguntas frequentes

Quanto devo pagar de sinal a um empreiteiro?
Não existe uma percentagem fixa por lei para obras particulares, mas a prática prudente é manter o sinal baixo: o suficiente para reservar a agenda e os primeiros materiais, raramente acima de 10 a 15% numa remodelação ou construção. Um sinal de 40 ou 50% é um sinal de alerta, porque transfere o risco todo para si.
Porque é que devo ligar os pagamentos a fases e não a datas?
Porque uma data passa mesmo que o trabalho não avance. Um marco (infraestruturas concluídas, cobertura levantada, obra entregue) só se cumpre quando o trabalho está mesmo feito e o pode verificar. Ligar o dinheiro ao trabalho mantém o pagamento sempre atrás da execução.
O que é a retenção de garantia?
É uma pequena percentagem do valor (tipicamente 5 a 10%) que não paga na entrega da obra. Fica retida alguns meses e só é libertada se não surgirem defeitos nesse período. É a sua margem para garantir que problemas que só aparecem com o uso são corrigidos.
Estas percentagens são uma obrigação legal?
Não. Em Portugal, o regime de percentagens fixas existe para obras públicas, não para empreitadas entre particulares e empresas, onde há liberdade contratual. As fases que propomos são um modelo recomendado, derivado de boas práticas e do princípio de pagar sempre atrás do trabalho. Adapte-as ao seu contrato.
O que acontece ao meu dinheiro se a empresa falir a meio da obra?
Torna-se um crédito que tem de reclamar no processo de insolvência, e raramente se recupera a totalidade. Pelo CIRE, há prazos curtos para reclamar. Por isso é tão importante não estar à frente nos pagamentos: quanto menos tiver adiantado, menos arrisca. Verificar a saúde da empresa antes de assinar reduz a probabilidade de chegar aqui.
Isto substitui um contrato de empreitada?
Não. Esta ferramenta ajuda-o a estruturar a parte dos pagamentos, que deve depois constar do contrato de empreitada por escrito, com descrição da obra, prazos e garantias. Para obras de valor elevado, vale a pena rever o contrato com um técnico ou advogado.

Um plano de pagamentos só vale se a empresa for sólida.

Faça uma verificação completa antes de assinar: insolvências, processos judiciais, dívidas, alvarás e histórico de gerentes em segundos.

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